A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (31), duas mulheres investigadas por participação no sequestro da família do caseiro Milton de Souza Prado, de 44 anos, morto em junho, em Franca. As prisões fazem parte das investigações conduzidas após o assassinato da vítima, caso que se desdobrou em uma série de crimes.
Segundo a polícia, Larissa Jennifer Melo de Paula foi localizada enquanto fugia de motocicleta pela Rodovia Cândido Portinari e acabou detida nas proximidades de uma praça de pedágio. Já Cauan Eduarda Melo Cruz foi encontrada na casa da avó, no Jardim Aeroporto 3, em Franca. As duas foram encaminhadas para a cadeia do Jardim Guanabara e devem passar por audiência de custódia neste sábado (1º).
Investigações
As duas suspeitas estão entre as quatro pessoas que tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça. Até a última atualização da Polícia Civil, Noemi Vitória Souza Rosa e Marcela Eduarda Melo de Paula permaneciam foragidas.
O delegado Márcio Murari, responsável pelo caso, afirmou que, após a chegada dos advogados, as investigadas optaram por permanecer em silêncio durante o interrogatório.
Segundo o delegado, as investigações continuam para esclarecer a participação de cada um dos envolvidos no caso.
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Prisões
Além das prisões realizadas nesta sexta-feira, outras duas rés, Ana Laura de Souza Rosa Alves e Kelly Cristina Queiroz, tiveram a prisão preventiva substituída por prisão domiciliar.
Já Wellington Amorim da Silva foi preso em flagrante no dia 7 de julho e também integra o grupo de investigados.
O advogado de Larissa Jennifer Melo de Paula, Guilherme Pereira Nascimento, afirmou que ainda não teve acesso aos autos do processo. Segundo ele, a defesa irá analisar o conteúdo da investigação antes de definir as próximas medidas.
Caso
O assassinato do caseiro Milton de Souza Prado deu origem a uma investigação que, em pouco mais de um mês, passou a envolver três mortes confirmadas, um sequestro, ocultação de cadáver, um carro incendiado, indiciamentos e o desaparecimento de Maria Isabel Prado, filha da vítima.
As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil.



