A Polícia Civil investiga uma denúncia de tentativa de sequestro de uma criança de dois anos em Bonfim Paulista, distrito de Ribeirão Preto. Segundo a mãe do menino, ela caminhava com o filho no colo quando um homem e uma mulher desceram de um carro e tentaram retirar a criança à força.
A mulher afirma que foi agredida com socos no rosto durante a ação. O menino também teria ficado ferido. A mãe conseguiu segurar o filho e começou a gritar por socorro. Pessoas que estavam nas proximidades teriam se aproximado, fazendo com que os suspeitos entrassem novamente no veículo e fugissem.
O caso aconteceu no início da noite desta quarta-feira (27), em uma rua de Bonfim Paulista. Até o momento, ninguém foi preso e a identidade dos suspeitos não foi confirmada.
Abordagem
Segundo Patrícia Nunes, cuidadora de idosos e mãe da criança, ela havia acabado de buscar o filho, de dois anos, na casa onde ele fica depois da creche. Enquanto caminhava com o menino no colo, um carro se aproximou e um homem e uma mulher desceram do veículo.
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De acordo com o relato, o casal tentou retirar a criança dos braços dela. Patrícia afirma que o homem deu socos em seu rosto, enquanto a mulher gritava para que o menino fosse entregue.
A mãe conta que começou a pedir ajuda e que algumas mulheres que estavam nas proximidades perceberam a situação e correram em sua direção. Na sequência, os suspeitos entraram no carro e fugiram.
Investigação
Ainda conforme o relato da mãe, o veículo seguiu por uma rua que dá acesso à região do cemitério e ao Centro de Ribeirão Preto. Ela afirma que não conhecia o casal e nunca havia visto os dois pelas redondezas.
Patrícia conseguiu informar algumas características dos suspeitos e do veículo à polícia. Segundo ela, o homem era alto, forte e negro, enquanto a mulher era branca. A polícia também deve buscar imagens de câmeras de segurança que possam ter registrado a passagem do carro pela região.
A ocorrência foi registrada, mas a mãe afirma que ainda não conseguiu confirmar se o boletim foi efetivamente concluído. Até o momento, não há informação sobre prisões.
A Secretaria de Segurança Pública foi procurada e, até o momento, não informou detalhes sobre a investigação. Possíveis testemunhas ou moradores que tenham câmeras de segurança na região e tenham registrado alguma movimentação suspeita podem procurar a polícia.



