Alta ocorre em decorrência do reajuste salarial dos trabalhadores do setor; a mudança no preço é, em média, de 5 reais
O preço do gás de cozinha subiu novamente, atingindo o bolso de milhares de brasileiros. Desta vez, o aumento não se deve à Petrobras, mas sim ao reajuste salarial dos trabalhadores do setor, ocorrido em setembro.
Impacto no dia a dia
O encarecimento do gás afeta a rotina da maioria da população. No entanto, algumas famílias, como a da aposentada Elenir da Silva, de Ribeirão Preto, buscam alternativas. Elenir prefere utilizar o fogão a lenha para suas refeições, principalmente por conta do custo do gás.
Reajuste e seus reflexos
O aumento, em torno de R$ 5,00 em Ribeirão Preto, elevando o preço médio do botijão para R$ 105,00 (sem taxa de entrega), é reflexo do reajuste salarial da categoria. Segundo Márcio Sestari, dono de uma revenda de gás na cidade, o aumento no custo do produto para os revendedores é imediato, impactando diretamente no preço final ao consumidor. Em maio, o botijão chegou a custar R$ 117,00, caindo para R$ 103,00 em julho e R$ 100,00 em atrássto. Este novo aumento interrompe a tendência de queda, eliminando a expectativa de preços abaixo dos R$ 100,00.
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Desafios para o futuro
Com o aumento do preço do gás, famílias e pequenos empreendedores, como donos de lanchonetes e produtores de marmitas, precisam se adaptar. A perspectiva de queda nos preços nas próximas semanas é considerada remota pelos donos de revendas. A situação exige ajustes no orçamento doméstico e profissional, priorizando o consumo de gás e reduzindo gastos em outros itens.



