Até o final do ano passado o alimento era vendido a R$ 3,99, hoje, o quilo passa dos R$ 10
O preço do feijão disparou e preocupa consumidores e comerciantes em todo o país. Em janeiro de 2019, o aumento chegou a 18,35%, segundo o IBGE, impactando diretamente o orçamento familiar e o custo de produção de alimentos.
Impacto no Orçamento Familiar
O aumento significativo no preço do feijão, que dobrou em algumas regiões, afeta diretamente o orçamento de muitas famílias brasileiras. Com o pacote de um quilo chegando a custar R$ 10,00 ou mais, consumidores relatam dificuldades em manter o consumo do alimento, essencial na dieta nacional. Alguns estão substituindo o feijão por alimentos mais baratos, como lentilha, couve e brócolis, enquanto outros reduzem o consumo da leguminosa, optando por refeições mais simples.
Comércio e Restaurantes Sofrem Impacto
O aumento do preço do feijão também impacta negativamente o comércio e os restaurantes. Estabelecimentos que utilizam grandes quantidades do produto em seus pratos, como restaurantes que produzem marmitas, sentem o peso da alta nos custos. Muitos estão absorvendo a perda de lucro momentaneamente, na esperança de uma queda nos preços, mas um reajuste nos preços finais pode ser inevitável caso a situação persista.
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A Busca por Soluções Criativas
Diante da situação, consumidores e comerciantes buscam alternativas para lidar com a alta no preço do feijão. Há relatos de práticas como reaproveitar o caldo e o caroço do feijão para economizar, demonstrando a criatividade e a necessidade de adaptação frente à realidade econômica. A situação evidencia a importância do feijão na alimentação brasileira e a vulnerabilidade econômica de muitas famílias diante da instabilidade de preços dos alimentos básicos.



