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Preço dos medicamentos sofre reajuste de mais de 5%

Novos valores passaram a valer no sábado (1º); aumento está relacionado à inflação dos últimos 12 meses e ao custo da indústria
preço dos medicamentos
Novos valores passaram a valer no sábado (1º); aumento está relacionado à inflação dos últimos 12 meses e ao custo da indústria

Novos valores passaram a valer no sábado (1º); aumento está relacionado à inflação dos últimos 12 meses e ao custo da indústria

O mês de março trouxe novas preocupações para o consumidor brasileiro, com aumentos significativos em dois itens essenciais: medicamentos e gás de cozinha. A partir do último sábado, os preços dos remédios subiram mais de 5%, impactando diretamente o orçamento familiar e instituições como asilos.

Aumento nos preços dos medicamentos

Apesar do aumento já estar em vigor, o farmacêutico Jaimidias de Alvarenga alerta que os estoques atuais das farmácias ainda refletem os preços antigos. Recomenda-se, portanto, pesquisar preços em diferentes estabelecimentos para economizar. Uma estratégia para minimizar o impacto financeiro é antecipar as compras, aproveitando os estoques com preços menores enquanto durarem. Para instituições como a Casa do Povo, em Ribeirão Preto, que abriga mais de 80 idosos, o aumento representa um grande desafio, já que muitos deles dependem de medicamentos contínuos para doenças preexistentes e novas patologias. A falta de fornecimento pelo SUS de alguns medicamentos obriga a instituição a arcar com custos ainda maiores.

Impacto no custo de vida e alternativas

O órgão regulador do setor de medicamentos no Brasil considera fatores como a inflação dos últimos 12 meses e os custos da indústria farmacêutica para justificar o reajuste. Para aliviar o impacto no bolso, o programa “Farmácia Popular” oferece opções de medicamentos com preços mais acessíveis para doenças como hipertensão, diabetes, osteoporose e asma. A identificação das farmácias participantes é feita através de um cartaz vermelho.

Reajuste do gás de cozinha

Além dos medicamentos, o gás de cozinha também preocupa os consumidores. Embora a previsão inicial fosse um aumento de 4% a partir de segunda-feira, o reajuste foi adiado para o dia 1º de maio. Para Aline Cristini Ferreira da Silva, dona de uma marmitaria, o aumento, mesmo que adiado, representa um impacto significativo em seu negócio, levando-a a adotar medidas de economia no uso do gás. A Casa do Vovô, instituição que cuida de idosos em Ribeirão Preto, solicita ajuda financeira para lidar com o aumento dos custos dos medicamentos. O telefone para contato é 36224181.

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