Aumento de 4,3% foi definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento; acréscimo começa no dia 1º
Prepare o bolso: um novo aumento nos preços dos medicamentos está chegando. A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMM) definiu um reajuste de 4,3% para este ano, acima da inflação, que ficou em 3,75%. Essa notícia impacta diretamente a vida de quem depende de remédios controlados.
Impacto nos Consumidores
Segundo Gilvânia Moura, atendente de farmácia, os clientes já estão sendo informados sobre o aumento para que possam se organizar financeiramente. As farmácias costumam avisar com antecedência, muitas vezes dividindo o repasse em etapas, principalmente em meses como fevereiro e março. Apesar de alguns produtos terem preços tabelados pelos laboratórios, cada revendedor adiciona sua margem de lucro, tornando a pesquisa de preços fundamental.
Reajuste Gradual e Estratégias das Farmácias
Eduardo Araújo, funcionário de outra farmácia em Ribeirão Preto, explica que o aumento ocorre gradualmente, à medida que os estoques são repostos. Em casos de medicamentos de uso contínuo, algumas farmácias oferecem a opção de compra de mais unidades antes do reajuste completo. O reajuste parte das distribuidoras, que repassam os custos às farmácias, impactando o preço final ao consumidor. A medida deve afetar cerca de 19 mil medicamentos em todo o país, e, diferentemente de 2018, o aumento será uniforme, não variando conforme o tipo de remédio.
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Com o reajuste já em vigor, a recomendação é pesquisar preços e, para quem tem condições, antecipar as compras. Em 2022, o reajuste médio foi de 4,76%, também acima da inflação. A pesquisa de preços se mostra mais importante do que nunca para garantir o acesso aos medicamentos essenciais.



