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Prefeitura de Ribeirão admite que aplicou cerca de 58 mil doses da CoronaVac interditadas pela Anvisa

Agência barrou os lotes após mudanças no envase da vacina sem autorização prévia; Ribeirão aguarda orientações do Estado
vacina CoronaVac interditada
Agência barrou os lotes após mudanças no envase da vacina sem autorização prévia; Ribeirão aguarda orientações do Estado

Agência barrou os lotes após mudanças no envase da vacina sem autorização prévia; Ribeirão aguarda orientações do Estado

Ribeirão Preto já aplicou 58 mil doses da Coronavac de lotes interditados pela Anvisa

Vacinação em Ribeirão Preto

A Prefeitura de Ribeirão Preto informou na segunda-feira, 04/09, ter aplicado cerca de 58 mil doses da vacina Coronavac de lotes que tiveram sua distribuição e uso proibidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no sábado, 02/09. A interdição se deu porque as doses foram envasadas em um local de fabricação não aprovado pela agência.

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Doses Aplicadas e Próximos Passos

Entre o fim de julho e o início de agosto, o município recebeu 65.460 doses. As doses restantes, ainda não aplicadas, encontram-se no centro de distribuição de vacinas. A Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto aguarda orientações do governo paulista e do Ministério da Saúde sobre o acompanhamento das pessoas vacinadas com as doses interditadas e o uso das doses remanescentes. A campanha de vacinação segue normalmente em todos os postos.

Anvisa e Butantan se Manifestam

A Anvisa tranquilizou a população, afirmando que a suspensão da distribuição e aplicação deve ser encarada com tranquilidade. O Instituto Butantan também reforçou que a medida não deve causar alarmismo, explicando que a própria instituição alertou a Anvisa por precaução. O instituto garante que as doses envasadas na fábrica não certificada passaram pelos mesmos processos de controle de qualidade e não oferecem riscos à população. A decisão de alertar a Anvisa foi tomada como medida de cautela e segurança.

Apesar da interdição, a Prefeitura de Ribeirão Preto, o Governo do Estado de São Paulo e o Ministério da Saúde trabalham em conjunto para definir os próximos passos e garantir a continuidade da vacinação com segurança e transparência.

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