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Professores fazem novo protesto por medidas de segurança na saúde

Docentes de escola municipal no bairro Valentina Figueiredo não deram aula nesta quinta e querem providências da Sec. de Saúde
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Docentes de escola municipal no bairro Valentina Figueiredo não deram aula nesta quinta e querem providências da Sec. de Saúde

Docentes de escola municipal no bairro Valentina Figueiredo não deram aula nesta quinta e querem providências da Sec. de Saúde

A Escola de Educação Infantil João da Cruz Moreira, localizada no bairro Valentina Figueiredo, zona norte de Ribeirão Preto, encontra-se com suas atividades paralisadas. A medida foi tomada em decorrência de um protesto dos professores, que reivindicam maior atenção do poder público em relação ao crescente número de casos suspeitos de gripe H1N1 entre funcionários e alunos.

A Paralisação e o Apoio dos Pais

A professora Aparecida do Nascimento explicou que a adesão à paralisação foi expressiva. Apenas cinco pais levaram seus filhos à escola, e após serem informados da situação, entenderam a gravidade e levaram as crianças de volta para casa. A professora ressaltou a importância do apoio dos pais, considerando que a creche atende mais de 150 crianças.

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Reivindicações e a Busca por Soluções

Na véspera da paralisação, um grupo de 45 profissionais da escola se reuniu com a secretária da Educação, Ângela Inverniz Lopes, e com a representante da Secretaria da Saúde, Lene Mestrener, na prefeitura. Na ocasião, relataram a preocupação com um possível surto de H1N1 na unidade, após o falecimento da professora Olympia Bordes, de 39 anos. Segundo a professora Anna Carolina Sinhorini, a resposta das autoridades foi considerada insuficiente, limitando-se à recomendação de intensificar a higienização das mãos. Após a reunião, surgiram relatos de outros casos suspeitos na escola e em outras unidades da rede pública, amplificando a apreensão da comunidade escolar.

Medidas Propostas e a Expectativa por Ações

Os profissionais da educação defendem que a prefeitura adote medidas semelhantes às implementadas em Campinas, onde a Secretaria da Saúde realizou um bloqueio medicamentoso após a confirmação de um caso de H1N1 em uma criança. A educadora Fernanda Salvina enfatizou que a medida não implicaria no fechamento da escola, mas sim na administração de medicamentos para proteger os indivíduos e impedir a disseminação do vírus. Uma reunião com profissionais de toda a rede municipal de educação está agendada para discutir a adesão ao movimento e pressionar o poder público a adotar medidas de controle da H1N1 nas escolas.

A Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto, por meio de nota, informou que, no momento, não considera necessária a adoção de medidas adicionais.

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