Ouça a coluna ‘CBN Filhos de Companhia’, com Luciana Herrero
A introdução de novos alimentos na dieta do bebê, a partir dos seis meses, marca uma fase crucial em seu desenvolvimento. Este processo, conhecido como alimentação complementar, deve ser cuidadosamente acompanhado por um pediatra, que irá orientar sobre as melhores escolhas alimentares, priorizando alimentos minimamente processados e ricos em nutrientes.
A Importância dos Alimentos Minimamente Processados
Priorizar alimentos que vêm diretamente da natureza, como frutas, legumes e verduras, é fundamental para garantir uma nutrição adequada e saudável para o bebê. Esses alimentos, minimamente processados, preservam suas propriedades nutricionais e contribuem para o desenvolvimento saudável da criança.
Como e Quando Introduzir os Alimentos
Para bebês que recebem aleitamento materno, recomenda-se oferecer três refeições ao dia: duas papas de fruta e uma papa principal (equivalente ao almoço ou jantar) no primeiro mês da introdução alimentar. Já para bebês que não são amamentados, a recomendação é de duas papas de fruta e duas refeições principais (almoço e jantar).
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Evitando Chás, Sucos e Açúcares
É importante evitar a oferta de chás, especialmente aqueles adoçados, nos primeiros meses de vida, pois podem interferir na amamentação e não oferecem os nutrientes necessários. Quanto aos sucos, a recomendação atual é evitar sua introdução antes dos seis meses, priorizando a oferta da fruta in natura, que é mais rica em fibras e nutrientes. Se a mãe insistir no suco, no máximo 50ml sem açúcar após a refeição principal para ajudar na absorção do ferro.
A orientação de um profissional de saúde é essencial para garantir que a alimentação complementar seja introduzida de forma adequada, respeitando as necessidades individuais de cada bebê e promovendo um crescimento saudável.



