Pagar contas, investir e ‘se presentear’! Confira as dicas de Leonardo Fachini
O décimo terceiro salário, injeção de dinheiro na economia, movimenta o fim de ano, especialmente após os impactos econômicos da pandemia. O pagamento, proporcional ao período trabalhado, deve ser efetuado pelas empresas até o dia 30 de novembro, com algumas antecipando para o dia 19.
Como usar o 13º salário?
Diante de dívidas e aumento do custo de vida, o consultor financeiro Leonardo Faquene sugere dividir o 13º salário em três partes: uma para gastos, outra para investimentos e a última para quitar dívidas. A parcela destinada a gastos permite desfrutar de compras pessoais ou lazer, enquanto a parte destinada a investimentos garante o crescimento do dinheiro ao longo do tempo. A terceira parte deve ser destinada ao pagamento de dívidas, priorizando as de maior juros.
Negociação de Dívidas
Faquene destaca a importância da negociação com credores. Ele observa que muitas pessoas, por vergonha ou medo do nome sujo, aceitam qualquer proposta, sem planejamento. Em vez de pagar imediatamente, ele aconselha a listar as dívidas, priorizando as de maior juros, e negociar com os credores para alcançar um acordo vantajoso para ambas as partes.
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Planejamento de Novas Dívidas
Antes de contrair novas dívidas para viagens ou compras, Faquene propõe uma reflexão usando a regra dos “quatro ‘poderes’”: Quero? Preciso? Mereço? Posso? Somente após responder afirmativamente a todas as perguntas, e avaliar a situação financeira e outros compromissos, deve-se considerar a realização da compra ou viagem. Esse método ajuda a tomar decisões financeiras mais assertivas.
Em resumo, o planejamento financeiro é essencial para aproveitar o 13º salário de forma inteligente, equilibrando gastos pessoais, investimentos e a quitação de dívidas. A negociação e a reflexão criteriosa sobre novas compras são cruciais para evitar o acúmulo de dívidas e garantir uma melhor saúde financeira.



