Época favorece reprodução do mosquito Aedes Aegypti, que transmite dengue, zika vírus e chikungunya
Com o aumento de casos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, os repelentes se tornaram essenciais na rotina de muitas pessoas. No entanto, o uso inadequado pode trazer problemas. Este artigo aborda a importância do uso consciente desses produtos para garantir a eficácia e a segurança.
Tipos de Repelentes e Duração do Efeito
O mercado oferece uma variedade de repelentes, com diferentes princípios ativos e tempos de duração. Os repelentes à base de icaridina são os mais eficazes, com efeito de até 10 horas. Os repelentes com DEET oferecem proteção por cerca de 6 horas, enquanto os com IR3535 têm duração menor, sendo mais indicados para crianças e gestantes. É importante verificar a concentração do princípio ativo, lembrando que a Anvisa permite até 25%.
Uso Adequado e Precauções
Apesar da eficácia, o uso excessivo de repelentes pode causar intoxicação. A recomendação é de, no máximo, três aplicações diárias. O médico sanitarista Rodolfo Tellaroli destaca a importância de avaliar a rotina individual e o nível de infestação da região. Para potencializar a proteção, o repelente deve ser aplicado por cima das roupas e após hidratantes ou maquiagem. Repelentes em spray são os mais indicados para essa prática.
Leia também
Segurança e Eficácia
Utilizados corretamente, os repelentes são uma ferramenta segura e eficaz no combate ao Aedes aegypti. A conscientização sobre o uso adequado, respeitando as recomendações de aplicação e evitando o excesso, garante a proteção individual sem riscos à saúde. O equilíbrio entre a proteção contra picadas e a segurança do uso é fundamental.



