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Ribeirão Preto, Franca e Sertãozinho criaram menos empregos formais em 2022

Dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram comparados com 2021; economista analisa a situação
empregos formais 2022
Dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram comparados com 2021; economista analisa a situação

Dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram comparados com 2021; economista analisa a situação

Em 2022, a geração de empregos formais em Ribeirão Preto, Franca e Sertãozinho foi menor do que em 2021, enquanto Barretos apresentou crescimento. O setor de serviços liderou as estatísticas positivas nas quatro cidades.

Ribeirão Preto: Crescimento com Nuances

Ribeirão Preto criou 11.740 vagas formais em 2022, abaixo das 14.223 de 2021. O setor de serviços foi o destaque, com 7.500 postos, seguido do comércio (2.928). A construção civil apresentou retração, impactando o número total de empregos.

Franca e Sertãozinho: Queda na Geração de Vagas

Franca registrou 5.236 vagas formais em 2022, uma queda de 38,3% em relação a 2021 (8.488 vagas). Apesar da redução, o setor de serviços (3.269 vagas) contribuiu para um saldo positivo. Sertãozinho teve uma queda de 3,6% na geração de empregos, com 2.644 vagas em 2022 contra 2.745 em 2021. O setor de serviços também se destacou em Sertãozinho, com 1.109 vagas.

Barretos: Crescimento Significativo

Barretos foi a exceção, com um crescimento de 110% na geração de empregos formais, passando de 1.054 vagas em 2021 para 2.200 em 2022. Todos os setores apresentaram resultados positivos, com destaque para o setor de serviços (1.552 vagas).

A análise de Edgar Merlo, professor da USP, aponta que a recuperação econômica e a retomada das vendas de imóveis influenciaram positivamente os setores de serviços e, futuramente, a construção civil. Fatores como a taxa de juros e o cenário internacional, incluindo a guerra na Ucrânia e a instabilidade cambial, impactam a geração de empregos, principalmente no setor calçadista de Franca e na construção civil. A expectativa é de recuperação gradual em 2023, mas com desafios a serem enfrentados.

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