Vendas caíram de 60 a 70% durante o período de isolamento
Neste feriado de 1º de maio, muitos comerciantes buscam alternativas para minimizar prejuízos e manter seus negócios funcionando, mesmo em meio às dificuldades impostas pela pandemia.
Comerciantes se adaptam à nova realidade
Em um cenário desafiador, estabelecimentos comerciais se reinventam para sobreviver. Um exemplo é o senhor Carlos Correia, dono de uma sorveteria há mais de 50 anos. Para manter as portas abertas, ele adotou o sistema drive-thru e delivery, conseguindo vender cerca de 40% do volume habitual. Mesmo em feriado, a sorveteria abre cedo, tomando todos os cuidados de segurança, como o uso obrigatório de máscaras e atendimento apenas na porta, sem permitir a entrada de clientes na loja.
Histórias de resistência
A situação atípica afeta diversos setores. O senhor Carlos, com mais de 40 anos de experiência, afirma nunca ter passado por uma crise tão intensa. Já uma diarista de 56 anos, que teve seus trabalhos reduzidos devido à pandemia, recorreu à confecção e venda de máscaras para complementar sua renda, utilizando retalhos de tecido.
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Um futuro incerto
A situação econômica e social é complexa. A pandemia impõe desafios a lojistas e trabalhadores, forçando-os a buscar alternativas criativas para sobreviver. A busca pela segurança e saúde de todos é prioridade, mas a incerteza quanto ao futuro e a retomada das atividades econômicas permanece. A adaptação e a resiliência são as marcas registradas destes tempos.



