Juliano Mendonça Jorge é investigado por fraudes em licitações de contratos que entre 2013 e 2015 somam R$ 6 milhões
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, na data de ontem, o pedido de habeas corpus impetrado em favor do prefeito de Miguelópolis, Juliano Menonça Jorge. O gestor municipal é investigado por supostas fraudes em licitações de contratos que, somados, alcançam a cifra de R$ 6 milhões, ocorridas entre os anos de 2013 e 2015.
Detalhes da Investigação e Prisão
Juliano Menonça Jorge foi denunciado formalmente pelos crimes de peculato, organização criminosa e corrupção. A prisão do chefe do executivo municipal ocorreu no dia 19 de abril, durante a deflagração da operação denominada “Cartas em Branco”. Além do prefeito, outras 14 pessoas foram detidas sob suspeita de envolvimento nos crimes apurados.
Decisão Judicial e Prisão Preventiva
A prisão preventiva do prefeito foi decretada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) no final do mês anterior. Adicionalmente, outros 11 indivíduos, que não possuem foro privilegiado, também tiveram suas prisões preventivas aprovadas pela justiça local, no âmbito da mesma operação.
Leia também
Próximos Passos da Defesa
Mônica Queiroz, advogada de defesa do prefeito Menonça Jorge e responsável pelo pedido de soltura, informou que a decisão do STJ deverá ser publicada até a próxima segunda-feira. A partir da publicação, a defesa terá um prazo de cinco dias para interpor agravos regimentais contra a medida no próprio STJ, reiterando, assim, o pedido de habeas corpus em favor do prefeito Juliano Menonça Jorge, que permanece detido desde 19 de abril.
O caso segue em andamento, com a defesa buscando reverter a decisão que mantém o prefeito de Miguelópolis sob custódia.



