Substância encontrada por pesquisadores pode tratar a doença logo no início
Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) descobriram uma proteína que apresenta alterações em pessoas com Alzheimer. Testes em humanos mostraram resultados promissores na localização da proteína, chamada Adandes. Alterações nessa proteína podem indicar o início da doença, permitindo um tratamento mais adequado e precoce.
Diagnóstico precoce
De acordo com o neurologista Danilo Vilela, o estudo contribui para o diagnóstico do Alzheimer em estágio inicial, reduzindo casos em estágios avançados com perda significativa de memória. A descoberta atende à busca mundial por exames que permitam a detecção precoce da doença.
Método de detecção inovador
Sensores com anticorpos, aliados a um programa de computador, analisam dados para identificar a presença de Alzheimer. Conforme explica o professor Ronaldo Censifaria (UFSCar), o nível da proteína Adandes se altera à medida que a doença avança. O custo estimado do procedimento é de R$ 3,00, significativamente menor que o de uma tomografia computadorizada (R$ 400 a R$ 800).
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Tratamento e considerações finais
Embora não haja cura para o Alzheimer, medicamentos e estratégias de controle podem melhorar os sintomas. A descoberta da proteína Adandes representa um avanço significativo no diagnóstico precoce, abrindo caminho para intervenções mais eficazes e oportunas no combate à doença.



