Ingrediente, que é associado à produção alemã, pode produzir diversos tipos da bebida; ouça o Cerveja de Conteúdo’!
Neste artigo, exploramos o universo das cervejas de trigo, mostrando que elas são muito mais diversificadas do que se imagina.
Diversidade além do Trigo
Quando falamos em cerveja de trigo, a primeira ideia que vem à mente é a utilização deste grão na receita. No entanto, a variedade de estilos é enorme, abrangendo diferentes escolas cervejeiras e técnicas de produção. Desde as cervejas mais ancestrais, que utilizavam trigo como ingrediente principal, até as criações modernas, a versatilidade do trigo na produção cervejeira é impressionante.
Origens e Estilos: Alemanha, Bélgica e América
As cervejas de trigo alemãs, conhecidas como Weissbier ou Weizenbier, são tradicionalmente produzidas com apenas quatro ingredientes (água, lúpulo, levedura e malte de trigo), seguindo a Reinheitsgebot (Lei da Pureza Alemã). Já as cervejas de trigo belgas, ou Whitebier, costumam ser mais condimentadas, frequentemente com adição de frutas cítricas como laranja e sementes de coentro. Por fim, os americanos incorporaram elementos das escolas alemã e belga, criando seus próprios estilos, muitas vezes com maior presença de lúpulo e variações de trigo, como o trigo sarraceno.
Leia também
Subestilos e Nuances
Dentro de cada origem, encontramos diversos subestilos. Existem cervejas de trigo mais escuras (Dunkel Weissbier), outras com características de Bock (Weizenbock), e até mesmo variações com trigo sarraceno, que conferem amargor e corpo distintos. A doçura é uma característica comum às cervejas de trigo, mas a intensidade e o perfil variam de acordo com a origem e a receita.
Portanto, a próxima vez que você for escolher uma cerveja de trigo, considere sua origem e estilo para apreciar melhor suas nuances. A diversidade deste tipo de cerveja demonstra a riqueza e a criatividade do mundo cervejeiro.