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Você sabia que os financiamentos imobiliários tendem a ficar mais caros para quem tem mais idade?

Tarefas, juros, seguros... correspondente bancários Rogério Hosi traz todos os detalhes para quem quer tomar um empréstimo
financiamento imobiliário
Tarefas, juros, seguros... correspondente bancários Rogério Hosi traz todos os detalhes para quem quer tomar um empréstimo

Tarefas, juros, seguros… correspondente bancários Rogério Hosi traz todos os detalhes para quem quer tomar um empréstimo

Financiar um imóvel é o sonho de muitos brasileiros, mas entender as nuances desse processo é crucial para evitar imprevistos. As parcelas mensais envolvem mais do que apenas a amortização do valor principal. Vamos desvendar os detalhes.

Seguro de Vida e Idade: Um Fator Determinante

Um dos componentes das parcelas de financiamento imobiliário é o seguro de morte e invalidez (MIP). A idade do mutuário impacta diretamente no custo desse seguro. Conforme a idade avança, especialmente acima dos 50 anos, o risco de óbito aumenta na percepção das instituições financeiras, elevando o valor do prêmio do seguro e, consequentemente, o valor da parcela.

Composição das Parcelas e Taxas de Juros

As parcelas de financiamento são compostas por diversos fatores. Além do valor da amortização do principal, há os juros cobrados pelo banco, que variam de acordo com a taxa contratada (como a taxa de 8,3% ao ano para o SBPE, por exemplo). Também estão inclusos seguros obrigatórios, como o MIP e o seguro de danos ao imóvel, que cobre eventuais reparos necessários em caso de acidentes.

Dicas para quem Busca Financiamento Imobiliário

Para quem deseja financiar um imóvel, a organização financeira é fundamental. É crucial possuir uma renda formalizada, comprovada por meio de declaração de imposto de renda, e estar com o nome limpo, sem restrições de crédito. O comprometimento de renda também é analisado, considerando outros financiamentos ou dívidas existentes. Planejar-se financeiramente e negociar eventuais dívidas antes de buscar o financiamento aumenta as chances de aprovação.

Ao comparar financiamentos de imóveis novos e usados, a taxa de juros nem sempre é o fator decisivo. Programas governamentais como o Casa Verde e Amarela podem oferecer subsídios e taxas subsidiadas para imóveis novos, dependendo da renda do comprador. A escolha entre financiar um imóvel novo ou usado deve considerar o perfil financeiro individual e as vantagens de cada opção. A decisão entre financiamento e aluguel também deve levar em conta o estilo de vida e os planos futuros de cada pessoa. Em situações de perda de renda, a comunicação imediata com o banco é essencial para negociar as parcelas e evitar a perda do imóvel.

Apesar dos desafios econômicos, investir em imóveis continua sendo uma alternativa de investimento, e realizar o sonho da casa própria é possível com planejamento e organização. Busque auxílio de corretores e consultores para encontrar a melhor opção para o seu perfil.

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