Não existe um horário biológico perfeito para o exercício. O melhor momento é aquele que se ajusta a sua agenda para evitar desculpas. O treinador Rodrigo Carvalho destaca que o foco deve ser a consistência, começando com 30 minutos diários. O importante é manter a regularidade para controlar indicadores como colesterol, hipertensão e ansiedade.
Treinar pela manhã gera picos de adrenalina e dopamina que melhoram a decisão e o foco no trabalho. Já o treino à noite não prejudica o sono, desde que não se use suplementos estimulantes como cafeína. Na verdade, a atividade física noturna produz hormônios de bem-estar que podem reduzir o estresse e ajudar no descanso.
Para quem sente preguiça ao acordar, a dica é investir em um bom aquecimento para despertar o sistema nervoso. Quem prefere o período da tarde costuma render mais por já estar totalmente desperto. Independentemente da escolha, os benefícios são cumulativos e o movimento constante é o que garante resultados duradouros à saúde.