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Empresário afirma que cheques emprestados por Sandro Rovani eram de Maria Zuely Librandi

José Ricardo Arruda, em depoimento, afirmou que pedia empréstimos ao ex-advogado dos Servidores; montante chega a R$ 2 milhões
cheques Sandro Rovani
José Ricardo Arruda, em depoimento, afirmou que pedia empréstimos ao ex-advogado dos Servidores; montante chega a R$ 2 milhões

José Ricardo Arruda, em depoimento, afirmou que pedia empréstimos ao ex-advogado dos Servidores; montante chega a R$ 2 milhões

Delação da Operação Sevandija: Novos Caminhos do Dinheiro

Um novo trecho da delação premiada da Operação Sevandija revelou detalhes sobre o pagamento de propina na Prefeitura de Ribeirão Preto. O empresário José Ricardo Arruda, dono de uma concessionária de seminovos, afirmou em depoimento ter recebido quase R$ 2,5 milhões em cheques da advogada Maria Azulí Librante, repassados pelo advogado Sandro Rovane. Esses valores, segundo Arruda, eram destinados ao pagamento de propina.

O Papel de Maria Azulí Librante e Sandro Rovane

De acordo com o depoimento, Maria Azulí Librante usava o dinheiro para pagar propina a um dos condenados no maior esquema de corrupção da prefeitura. Arruda detalhou a entrega dos cheques, afirmando que Librante os repassava para ele, e que o dinheiro era utilizado para o pagamento de propina. Sandro Rovane, advogado na época, teria tido um papel crucial nesse esquema, auxiliando na fraude de atas da assembleia para direcionar recursos financeiros para Maria Azulí Librante. O envolvimento de Wagner Rodrigues, então presidente do sindicato, também foi destacado, com ambos sendo acusados de fraudar atas da assembleia para beneficiar Librante.

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Investigações em Andamento e Possíveis Consequências

O depoimento de Arruda reforça o envolvimento de diversas pessoas no esquema de corrupção, incluindo indivíduos já condenados. O promotor Frederico Camargo, do Gaeco, declarou que novas linhas de investigação surgiram a partir dessa delação, mas não confirmou se Wagner Rodrigues perderá os benefícios de sua delação premiada de 2016. Embora Arruda não seja investigado por participação direta no esquema, a investigação continua em andamento, buscando esclarecer a totalidade dos fatos e responsabilizar todos os envolvidos. As demais pessoas citadas negam envolvimento no esquema.

O caso demonstra a complexidade da corrupção na Prefeitura de Ribeirão Preto, com ramificações que envolvem advogados, empresários e funcionários públicos. Novas informações devem surgir a partir das investigações em curso, impactando, possivelmente, os envolvidos e o desenrolar do processo judicial.

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