A coluna Cinema analisa Verity, adaptação do livro de Colleen Hoover, e a fórmula que combina relacionamentos tóxicos, suspense, erotismo e drama. Marcos de Castro compara a produção a “É Assim que Acaba” e “A Empregada”, destacando a recorrência de elementos semelhantes nas adaptações de livros que conquistaram o público. Para o colunista, Verity segue uma proposta voltada aos fãs desse gênero e aposta também na presença de um trio de protagonistas com forte apelo visual.
Na trama, uma escritora em dificuldades financeiras é contratada para concluir os livros de uma autora famosa que está em estado vegetativo após sofrer um acidente. Ao pesquisar manuscritos e anotações na mansão da escritora, ela passa a descobrir aspectos obscuros da relação entre a autora, o marido e o filho, enquanto surge a dúvida sobre o real estado da mulher. O filme também utiliza situações de sensualidade e humor em meio ao suspense psicológico.
Marcos de Castro ainda comenta a atuação de Anne Hathaway como uma personagem de perfil assustador e evita revelar o desfecho da história. A coluna também aborda as diferenças entre livro e filme e avalia que a produção segue uma fórmula que pode continuar sendo explorada por Hollywood caso obtenha sucesso. Ouça a coluna Cinema na íntegra e confira a análise de Verity.
