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Jovens simulam emergência em UPA e caso é investigado em Franca

Grupo levou jovem em maca para unidade de saúde e revelou que suposto mal-estar era uma pegadinha durante o atendimento
emergência
Foto: Redes sociais

Um grupo de jovens simulou uma situação de emergência dentro da UPA do Jardim Aeroporto, em Franca, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil e pela Prefeitura. A ocorrência aconteceu na última quarta-feira, dia 5 de agosto, e ganhou repercussão nas redes sociais.

Uma jovem foi carregada no colo por um grupo de pessoas e levada para dentro da unidade como se estivesse passando mal. Diante da suposta emergência, a equipe de enfermagem iniciou imediatamente o atendimento, seguindo os protocolos previstos para casos de urgência.

Falsa emergência

A jovem foi colocada em uma maca e recebeu os primeiros cuidados dos profissionais de enfermagem. Enquanto o atendimento era realizado, uma das acompanhantes foi orientada a ir até a recepção para fazer o cadastro da paciente.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, foi nesse momento que a mulher informou que não era necessário fazer a ficha porque tudo não passava de uma gravação, uma pegadinha. Em seguida, a jovem que simulava o mal-estar começou a rir e confirmou que não tinha nenhum problema de saúde.

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Investigação policial

Os envolvidos foram advertidos pelos guardas da unidade sobre a gravidade da situação e as possíveis consequências da conduta. Depois disso, o grupo deixou a UPA.

A Secretaria de Saúde registrou um boletim de ocorrência e informou que está reunindo o relatório dos profissionais que participaram do atendimento, além das imagens do sistema de monitoramento da unidade. O material deverá ser encaminhado à Polícia Civil para auxiliar na apuração.

Impacto no atendimento

A Secretaria Municipal de Saúde repudiou o episódio e destacou que uma falsa situação de emergência mobiliza profissionais, ocupa a estrutura da unidade e pode interferir diretamente no atendimento de pacientes que realmente precisam de cuidados.

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Ainda segundo a prefeitura, a simulação deliberada de uma situação de urgência e a mobilização indevida de profissionais podem configurar infrações previstas na legislação. Cabe às autoridades competentes analisar o caso e determinar eventuais responsabilidades.

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