O projeto de lei que prevê a volta da identificação de cidade e estado nas placas de veículos no Brasil não deve gerar custos obrigatórios aos motoristas. A proposta mantém o padrão Mercosul e estabelece que a mudança será aplicada apenas em novos emplacamentos ou em casos específicos de substituição da placa.
Segundo o advogado especialista em trânsito Rodrigo Pascoaloto, quem já possui o modelo atual não será obrigado a trocar a placa. O valor médio do emplacamento segue em torno de R$ 100, e a nova exigência não pode tornar o processo mais caro para o cidadão. A alteração ainda está em tramitação no Congresso e precisa passar por novas etapas antes de entrar em vigor.
A medida é defendida como forma de melhorar a segurança e facilitar a identificação de veículos, inclusive em casos de clonagem de placas e apoio no trânsito. Especialistas também apontam que a identificação de origem pode ajudar na convivência entre motoristas de diferentes regiões. Ouça o áudio completo do Direção Preventiva para mais detalhes.