A utilização de canetas emagrecedoras no Sistema Único de Saúde (SUS) foi tema da coluna Com Ciência, com destaque para o avanço no tratamento de pacientes com obesidade mórbida e diabetes. Segundo o médico Rodrigo Stabeli, a incorporação desses medicamentos em hospitais federais representa um importante avanço da saúde pública, já que estudos comprovam benefícios como a redução de mortes, complicações cardiovasculares e amputações causadas pelo diabetes, especialmente em pacientes com doença arterial.
O especialista explicou que os medicamentos atuam em receptores específicos que promovem maior sensação de saciedade, favorecendo o emagrecimento controlado e o melhor controle glicêmico. No entanto, ele reforçou que o uso dessas substâncias no SUS é voltado exclusivamente para pacientes que realmente necessitam do tratamento, após avaliação clínica criteriosa. Stabl alertou que o medicamento não deve ser tratado como solução estética ou utilizado de forma indiscriminada, já que, apesar da eficácia, pode provocar efeitos adversos e exige acompanhamento médico contínuo.
A coluna também fez um alerta sobre a compra de canetas emagrecedoras em locais não autorizados ou por meios informais, como produtos trazidos do exterior sem garantia de armazenamento adequado. Além do risco de falsificação ou perda de eficácia, o uso sem supervisão médica pode trazer sérios prejuízos à saúde.
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