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Alda Poggi Pereira pode ter planejado a morte da filha

Mulher teria comprado a faca usada no crime um dia antes, em uma loja da Vila Seixas
Alda Poggi Pereira
Mulher teria comprado a faca usada no crime um dia antes, em uma loja da Vila Seixas

Mulher teria comprado a faca usada no crime um dia antes, em uma loja da Vila Seixas

O caso da morte de Lígia Poj, grávida de sete meses, ocorrida no último dia 25, ganhou novos contornos. Alda Poj, mãe de Lígia, de 59 anos, é a principal suspeita e pode ter premeditado o crime.

A Compra da Faca e do Galão

Investigações revelaram que Alda teria comprado a faca utilizada no assassinato horas antes em uma loja na Vila Seixas. Uma nota fiscal obtida pelo Jornal à Cidade comprova a aquisição da faca, no valor de R$ 112,00, e de um galão de 20 litros, usado para armazenar combustíveis. Ambos os itens foram apreendidos na residência de Alda durante uma busca realizada pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).

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Imagens de Segurança e o Reconhecimento

O proprietário da loja confirmou em entrevista ao Jornal à Cidade que as câmeras de segurança registraram o momento em que Alda esteve no estabelecimento. As imagens foram entregues à Polícia Civil. Inicialmente, os funcionários da loja não reconheceram Alda, mas após a repercussão do caso, a identificaram nas gravações.

Próximos Passos da Investigação

Inicialmente, a polícia havia levantado a hipótese de que Alda, que seria esquizofrênica, teria tido um surto psicótico e cometido o crime. Após ser presa, Alda conseguiu liberdade condicional à sua internação em um hospital psiquiátrico. No entanto, a DDM agora deve solicitar a prisão preventiva da suspeita nos próximos dias, com base nas novas evidências que apontam para premeditação.

As autoridades seguem investigando o caso para esclarecer todos os detalhes e garantir que a justiça seja feita.

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