O levantamento da Confederação Nacional dos Municípios aponta que apenas 20% das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram concluídas nas cidades. Para o cientista político Bruno Silva, o cenário é preocupante porque representa investimentos públicos que não se transformam nos resultados esperados para a população.
Entre os possíveis entraves estão problemas na contratação e no gerenciamento das empresas responsáveis pelas obras, além de dificuldades relacionadas ao repasse de recursos e ao cumprimento dos cronogramas. O especialista destaca que a análise precisa considerar cada empreendimento, mas defende que prefeitos, vereadores e deputados sejam cobrados pela população. A fiscalização dos prazos e a transparência sobre a aplicação do dinheiro público também são fundamentais.
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