A Polícia Civil de Franca apresentou à Justiça as conclusões iniciais do inquérito que investiga a briga após um show sertanejo que terminou com a empresária Giovanna Abidala, de 29 anos, baleada no último fim de semana. O caso segue em apuração, mas já teve pontos importantes definidos pela investigação.
Segundo o delegado responsável, o empresário Rafael Araldi Moreira, preso em flagrante após os disparos, continua sendo investigado por dupla tentativa de homicídio. Ele permanece preso preventivamente desde o dia do crime.
Conclusões iniciais
De acordo com a Polícia Civil, a hipótese de legítima defesa foi descartada. A análise preliminar aponta que não há elementos que indiquem que o suspeito estivesse em risco no momento em que atirou contra Giovanna e o marido, Marcelo Rossatto.
O casal teria ido até a casa do investigado após uma confusão envolvendo um camarote. No local, chegaram a chutar o portão da residência antes dos disparos serem efetuados.
Versões do caso
Apesar da decisão da Polícia, a defesa do empresário sustenta que ele agiu em legítima defesa. O advogado afirma que o cliente está abalado e que não teve a intenção de atingir o casal ao realizar os disparos. Por outro lado, a investigação também descartou que Giovanna e o marido tenham sido vítimas de uma emboscada, afastando mais uma linha de apuração considerada inicialmente.
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A empresária já recebeu alta hospitalar e segue em recuperação em casa. O depoimento dela ainda será colhido, já que não havia condições de prestar esclarecimentos durante a internação. A Polícia Civil continua apurando o caso para entender melhor as circunstâncias dos disparos, incluindo o ângulo de visão do atirador e a dinâmica completa dos fatos.



