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Prefeito de Cândido Rodrigues será multado se usar carro oficial para fins pessoais novamente

Ministério Público indetificou uso irregular do veículo por Antônio Cláudio Falchi, que terá que ressarcir o Executivo
Prefeito Cândido Rodrigues
Ministério Público indetificou uso irregular do veículo por Antônio Cláudio Falchi, que terá que ressarcir o Executivo

Ministério Público indetificou uso irregular do veículo por Antônio Cláudio Falchi, que terá que ressarcir o Executivo

Um prefeito do interior paulista está sendo investigado pelo Ministério Público por uso indevido de carro oficial. As denúncias apontam que o veículo foi utilizado para fins particulares, incluindo visitas a parentes, idas à missa e, principalmente, para levar a filha do prefeito para a capital do estado.

A Denúncia Anônima e a Investigação

A investigação teve início a partir de uma denúncia anônima que chegou à promotoria, relatando o uso do carro oficial para transportar a filha do prefeito, que frequentava um curso de formação de soldados da Polícia Militar em São Paulo. A promotora de justiça Marília Bononi Francisco detalhou como a denúncia foi apurada.

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Provas e Gastos Irregulares

Através da cobrança de pedágios e informações fornecidas pela Polícia Militar, o Ministério Público conseguiu comprovar o uso irregular do veículo. Foram solicitados os registros de pedágio e constatou-se que, em todas as datas de provas e eventos relacionados ao curso da filha do prefeito, o carro oficial estava na cidade de São Paulo. A distância entre Cândido Rodrigues e São Paulo é de 321 quilômetros, gerando um gasto considerável com pedágio e combustível.

Justificativas e Consequências

O prefeito admitiu ter usado o carro da prefeitura para compromissos da filha em São Paulo, alegando que em outras ocasiões apenas aproveitou as viagens. Ele também afirmou ter utilizado o veículo para eventos religiosos de cunho particular. O Ministério Público pede o ressarcimento ao município de todo o valor gasto nessas viagens, e o prefeito declarou estar à disposição da justiça e disposto a pagar pelo erro, caso seja comprovado.

O caso segue em investigação, e o prefeito poderá ter que ressarcir os cofres públicos pelos gastos indevidos.

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