O reconhecimento da fibromialgia como condição que pode ser equiparada à deficiência pode permitir acesso à aposentadoria da pessoa com deficiência, mas o diagnóstico, por si só, não garante o benefício. Na coluna Vida e Aposentadoria, a Dra. Karine Rezende explica que é necessária uma avaliação médica e social do INSS para verificar impedimentos de longo prazo, limitações funcionais e barreiras enfrentadas pela pessoa.
A especialista destaca que pessoas com o mesmo diagnóstico podem ter condições diferentes de trabalho e, por isso, a avaliação considera os impactos da fibromialgia na vida profissional, social e cotidiana. A aposentadoria da pessoa com deficiência pode permitir aposentadoria mais cedo, com valor melhor e com menor tempo de contribuição, conforme a situação analisada.
A documentação também é importante para quem já trabalha e busca o reconhecimento da condição para fins previdenciários. Relatórios e prontuários médicos, receitas, registros de tratamentos, fisioterapia e eventuais afastamentos podem ajudar a comprovar as limitações. Para quem já está aposentado, a possibilidade de revisão depende da época da aposentadoria e da documentação apresentada. Ouça a coluna Vida e Aposentadoria e confira as orientações sobre o tema.