O refrigerante zero não tem valor nutritivo e, apesar de reduzir açúcar e calorias em relação à versão tradicional, não significa ausência de impactos para o organismo. Na coluna CBN Nutrição, a nutricionista Cristina Trovó explica que os efeitos dependem da quantidade consumida e da alimentação de cada pessoa.
Segundo Cristina, o refrigerante zero pode aumentar gases e estufamento em pessoas que já apresentam esses problemas, além de conter corantes e diferentes tipos de adoçantes. A relação entre essas bebidas e a microbiota intestinal ainda é controversa, com estudos apontando resultados diferentes, e a ciência não permite afirmar que o refrigerante zero faça mal ou não à microbiota ou ao fígado.
A nutricionista destaca que a troca do refrigerante tradicional pelo zero pode ser importante para pessoas com diabetes, excesso de peso, obesidade ou esteatose hepática, por reduzir drasticamente o açúcar e as calorias. No entanto, o refrigerante zero não deve fazer parte da rotina como se fosse água, e a escolha deve considerar a alimentação como um todo e o consumo moderado.
Ouça a coluna CBN Nutrição com a nutricionista Cristina Trovó e confira as orientações sobre o consumo de refrigerante zero e seus possíveis efeitos no organismo.