O sigilo do voto é uma garantia para preservar a liberdade de escolha do eleitor e evitar situações de coação ou pressão. Na coluna De Olho na Política, o cientista político Bruno Silva explica que ninguém pode saber em quem outra pessoa votou, a menos que o próprio eleitor revele a escolha, e relembra práticas de assédio eleitoral e compra de votos.
Bruno também explica como funcionava o chamado voto de cabresto durante a República Velha, período marcado por fraudes eleitorais e pelo controle exercido por chefes políticos locais. A coluna aborda ainda a criação da Justiça Eleitoral, em 1932, e a adoção das primeiras urnas eletrônicas, em 1996, como parte da evolução dos mecanismos de segurança do processo eleitoral. O especialista reforça que a troca de voto por benefício particular configura crime eleitoral.
A coluna também esclarece uma dúvida enviada por um ouvinte sobre a quantidade de urnas por seção. Bruno explica que há uma urna por seção e equipamentos reservas que podem ser realocados conforme a necessidade, sob controle da Justiça Eleitoral. Ouça a coluna De Olho na Política e confira as explicações sobre o sigilo e a segurança do voto.