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‘Novembro Laranja’ traz alertas sobre problemas de audição

Quem fala um pouco dos sintomas e doenças relacionadas é a fonoaudióloga Camila Quintino
‘Novembro Laranja’ traz alertas sobre problemas
Quem fala um pouco dos sintomas e doenças relacionadas é a fonoaudióloga Camila Quintino

Quem fala um pouco dos sintomas e doenças relacionadas é a fonoaudióloga Camila Quintino

O zumbido é um som percebido apenas pela pessoa que o sente e pode afetar significativamente a qualidade de vida, ‘Novembro Laranja’ traz alertas sobre problemas, prejudicando a concentração e as atividades diárias. A fonoaudióloga Camila Quintino explica que o zumbido não é uma ilusão, mas um sinal de que algo está alterado no organismo, sendo a perda auditiva a principal causa, mesmo que mínima. Além disso, problemas circulatórios, cardíacos e metabólicos também podem estar relacionados.

Principais causas e desafios do diagnóstico

Existem mais de 200 causas descritas para o zumbido, e geralmente ele tem origem multifatorial. Por isso, é fundamental uma investigação detalhada por profissionais especializados para identificar as causas e aplicar o tratamento adequado.

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Incidência e faixa etária: O zumbido pode ocorrer em qualquer idade, inclusive em crianças. Em mais de 90% dos casos, há alguma alteração auditiva, mesmo que leve, o que reforça a importância da avaliação auditiva inicial.

Outros sintomas relacionados: Além do zumbido, a campanha de conscientização destaca a misofonia e a hiperacusia. A misofonia é a sensibilidade a sons específicos, como ruídos de mastigação ou respiração, que podem causar irritação intensa. A hiperacusia é a sensibilidade exacerbada a sons ambientais de volume considerado normal para a maioria das pessoas, levando ao desconforto e à vontade de evitar certos ambientes.

Importância da avaliação e cuidados com o uso de fones: O check-up auditivo anual com otorrinolaringologista é recomendado para monitorar a saúde auditiva. A sensação de água no ouvido também deve ser investigada, pois pode indicar diferentes condições. O uso de fones de ouvido é seguro desde que o volume seja controlado, não ultrapassando metade da capacidade do aparelho, especialmente em crianças, que precisam de supervisão para evitar danos auditivos.

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Informações adicionais

Coceira no ouvido deve ser avaliada por um otorrinolaringologista para identificar a causa, que pode variar de reação alérgica a infecção. O uso de cotonetes é desaconselhado, pois pode empurrar a cera para dentro do canal auditivo, causando bloqueios, prejuízo auditivo e até zumbido.

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