Acusado do crime, padrasto Guilherme Longo conseguiu habeas corpus há quatro meses e sumiu
Pai de criança morta busca respostas sobre paradeiro do suspeito em Ribeirão Preto
Viagem a Ribeirão Preto
Arthur, pai de Joaquim, viajou de São Paulo a Ribeirão Preto na quinta-feira (23/11) para cobrar das autoridades policiais novas ações na investigação do paradeiro de Guilherme Longo, padrasto da criança e principal suspeito de seu assassinato. Longo está foragido desde setembro do ano passado, sete meses após obter um habeas corpus e deixar a Penitenciária 2 de Três Corações.
Investigação em Andamento
O advogado de Arthur, Alexandre Durante, acompanhou a visita e questionou a polícia sobre as informações disponíveis sobre o desaparecimento de Longo. Segundo Durante, as autoridades afirmaram que todas as informações recebidas estão sendo investigadas e que novas medidas estão sendo tomadas para localizar o suspeito. Há indícios de um caminho promissor na investigação, e a expectativa é de novidades em breve.
Novas Ações
Em 2016, Arthur já havia realizado uma campanha nas redes sociais para tentar localizar Guilherme Longo. Agora, pretende iniciar uma nova campanha para auxiliar a polícia. O promotor responsável pelo caso, Marco Túlio Nicolino, afirmou que qualquer campanha que contribua com novos indícios é válida. Vale ressaltar que, na época em que o habeas corpus foi concedido, o pedido de Arthur para que Longo utilizasse tornozeleira eletrônica foi negado. A equipe da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) está empenhada nas buscas e segue as pistas recebidas.
A busca pelo paradeiro de Guilherme Longo continua, com a colaboração da família e das autoridades policiais. A expectativa é pela resolução do caso e pela justiça para Joaquim.



