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Professoras de escola particular em Franca são investigadas por suspeita de falsidade ideológica

Mulheres estariam usando nomes de outras pessoas para atuar na unidade de ensino; caso foi descoberto após denuncia
falsidade ideológica
Mulheres estariam usando nomes de outras pessoas para atuar na unidade de ensino; caso foi descoberto após denuncia

Mulheres estariam usando nomes de outras pessoas para atuar na unidade de ensino; caso foi descoberto após denuncia

Professoras de uma escola particular em Franca são investigadas por suspeita de falsidade ideológica. A denúncia aponta que as educadoras estariam usando nomes de outras pessoas para trabalhar em uma unidade de ensino conveniada com a prefeitura, sem possuir o diploma de pedagogia. Uma das professoras, inclusive, não soube informar sua data de nascimento durante uma abordagem policial.

Ação da Secretaria de Educação

A Secretaria de Educação de Franca já cessou o contrato com a escola, que fazia parte do programa “Mais Cresce”, e instaurou uma sindicância para apurar os fatos. A supervisora da secretaria, Camila Garcia Gonçalves, explicou que a parceria com escolas particulares só ocorre quando as vagas nas creches municipais são insuficientes. Atualmente, o programa atende 300 crianças, um número bem menor que os 800 atendidos anteriormente. A secretaria realiza visitas regulares para fiscalizar as instituições e checar a documentação dos professores, incluindo a verificação dos originais em algumas ocasiões. Apesar das fiscalizações, as irregularidades só foram descobertas após uma denúncia, que levou à sindicância.

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Irregularidades encontradas

Além da suspeita de falsidade ideológica, foram encontradas irregularidades sanitárias na escola, como piscina descoberta e acúmulo de entulhos. A prefeitura registrou um boletim de ocorrência, e a polícia civil investiga o caso. A proprietária da escola alegou preocupação com os funcionários como justificativa para as irregularidades, sem oferecer maiores esclarecimentos.

Desdobramentos e medidas futuras

A escola investigada atendia 34 crianças, sendo 21 do programa “Mais Cresce”. A prefeitura já providenciou a transferência dessas crianças para outras creches conveniadas. A possibilidade da escola retornar ao programa dependerá do resultado da sindicância. Enquanto isso, as atividades da unidade estão suspensas. A Secretaria de Educação reforça seu compromisso com a fiscalização rigorosa das parcerias e a garantia de um atendimento de qualidade às crianças.

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