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Região tem as terras mais caras do Estado de São Paulo

Estudo avaliou a 'terra nua' de 125 cidades; levantamento é usado como referência para a cobrança de tributos
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Estudo avaliou a 'terra nua' de 125 cidades; levantamento é usado como referência para a cobrança de tributos

Estudo avaliou a ‘terra nua’ de 125 cidades; levantamento é usado como referência para a cobrança de tributos

Um estudo recente do Instituto de Economia Agrícola da Secretaria Estadual de Agricultura revelou que as terras rurais na região de Ribeirão Preto, em São Paulo, detêm o maior valor comercial do estado. A pesquisa, que inovou ao avaliar o valor da terra agrícola por município, em vez de por região como nas décadas anteriores, traz informações mais precisas e justas para a cobrança de impostos.

Metodologia da Pesquisa

O levantamento, conduzido no início do ano, consultou três fontes de informação em cada município: técnicos da Secretaria da Agricultura, corretores de imóveis especializados no setor agrícola e cooperativas ou associações de produtores. Essa abordagem permitiu obter uma visão abrangente e confiável do mercado imobiliário rural, utilizando como referência as classes de aptidão agrícola publicadas pela Receita Federal.

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Valores Expressivos na Região

Os valores comerciais nas cidades da região de Ribeirão Preto variam entre R$ 26.500 e R$ 41.700 por hectare. Municípios como Morro Agudo e Sertãozinho se destacam com o quinto e o sexto hectare mais caro do estado, respectivamente, ficando atrás apenas de Engenheiro Coelho, Lindóia, Conchal e Terra Roxa. A precisão da metodologia permite que os municípios informem de maneira mais exata o valor da terra nua e da terra comercial agrícola.

Impacto na Cobrança de Impostos

O objetivo principal do estudo é fornecer aos municípios informações mais precisas para a cobrança de impostos, como o Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) e o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que podem onerar significativamente os produtores. A iniciativa busca promover uma cobrança mais justa, beneficiando tanto os municípios quanto os agricultores.

Ribeirão Preto ocupa a vigésima quarta posição entre os 125 municípios avaliados, mas a intenção dos pesquisadores é expandir o estudo para abranger as 650 cidades do estado, consolidando uma metodologia contínua e precisa para a avaliação de terras agrícolas.

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Espera-se que a pesquisa contribua para uma gestão tributária mais equitativa e eficiente no setor agrícola paulista.

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