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Sumiço de Guilherme Longo faz ‘Caso Joaquim’ voltar à mídia

Padrasto acusado de matar o garoto e sumir com o corpo, em 2013, é considerado foragido pela Justiça
Caso Joaquim
Padrasto acusado de matar o garoto e sumir com o corpo, em 2013, é considerado foragido pela Justiça

Padrasto acusado de matar o garoto e sumir com o corpo, em 2013, é considerado foragido pela Justiça

Guilherme Longo, padrasto de Joaquim Pontes Marques, o menino de cinco anos cujo corpo nunca foi encontrado após seu desaparecimento em novembro de 2013, é agora considerado foragido pela justiça. Sete meses após conseguir o direito de responder ao processo em liberdade, Longo sumiu, complicando ainda mais sua situação legal.

O Desaparecimento de Longo

Joaquim foi visto pela última vez na residência da família no bairro Jardim Independência, zona norte de Ribeirão Preto. Uma equipe da CBN esteve na casa de Guilherme Longo, mas não encontrou ninguém. Vizinhos, sob anonimato, confirmaram que a última vez que Longo foi visto foi na sexta-feira. Desde então, nem ele nem seus pais foram vistos na propriedade.

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Repercussão Legal

O advogado de Guilherme Longo, Antônio Carlos de Oliveira, confirmou o desaparecimento do cliente à Rádio CBN, informando que nem os familiares têm notícias de seu paradeiro desde o último sábado. O promotor de acusação do caso, Marcos Túlio Nicolino, visitou a residência de Longo e anunciou que pedirá a revogação da liberdade provisória e a expedição de um mandado de prisão. Segundo o promotor, Longo não poderia se ausentar sem autorização judicial e deveria estar recolhido em casa diariamente.

Implicações do Desaparecimento

A defesa reconhece que, apesar de Longo ter cumprido as condições da liberdade provisória nos últimos sete meses – comparecendo ao fórum mensalmente, trabalhando e retornando para casa todas as noites –, seu desaparecimento complica sua situação. Antônio Carlos de Oliveira admitiu que não sabe se Guilherme Longo e seus pais ainda estão em Ribeirão Preto, e que o último contato com seu cliente foi há cerca de 50 dias. O fato de descumprir as condições impostas pela justiça pode levar à revogação da liberdade provisória e à decretação da prisão preventiva.

O caso segue em aberto, com as autoridades buscando o paradeiro de Guilherme Longo para que ele responda pelas acusações de homicídio e ocultação de cadáver.

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