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Comércio de flores em Ribeirão Preto espera alta de até 15% nas vendas para o Dia de Finados

Entreposto da Ceagesp estima comercializar cerca de 10 toneladas de flores e plantas ornamentais; crisântemos representam aproximadamente metade das vendas para a data
flores
Foto: Getty Images Signature

O comércio de flores em Ribeirão Preto espera um crescimento de 10% a 15% nas vendas para o Dia de Finados, celebrado na próxima segunda-feira (2). A estimativa do entreposto da Ceagesp é comercializar cerca de 10 toneladas de flores e plantas ornamentais, em uma das datas mais importantes do ano para o setor.

Segundo Antônio Carlos Ribeiro, gerente do entreposto da Ceagesp em Ribeirão Preto, os comerciantes começaram a se preparar com meses de antecedência para atender à demanda. Na terça-feira, a maior parte dos estabelecimentos varejistas, supermercados e floriculturas já havia retirado os produtos para abastecer as lojas.

“Boa parte do produto já saiu aqui da Ceagesp e já está nas lojas”, afirmou Ribeiro em entrevista ao Manhã CBN.

Flores mais procuradas

O crisântemo representa cerca de metade das vendas de flores para o período no entreposto. As rosas respondem por aproximadamente 20% a 25% da comercialização. Outras espécies procuradas são o kalanchoê e a calandiva.

De acordo com Ribeiro, a preferência por plantas comercializadas em vasos está relacionada à maior durabilidade em comparação com as flores de corte. Além disso, o cultivo em vasos evita o acúmulo de água, o que ajuda a prevenir a proliferação do mosquito transmissor da dengue.

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O gerente explicou que o Dia de Finados é uma oportunidade importante para produtores, atacadistas, floriculturas e comerciantes. A data contribui para aquecer as vendas e reforçar o caixa dos estabelecimentos.

Preços e produção

Os preços variam conforme a espécie. Segundo Ribeiro, o crisântemo mantém valores próximos aos praticados no ano passado, enquanto o kalanchoê e a calandiva tiveram pequenos aumentos. Já os preços das rosas permanecem equilibrados.

A oferta também depende das condições de produção. O gerente destacou que ventos fortes e chuvas de granizo registrados recentemente em algumas cidades prejudicaram parte das plantações e reduziram a produção.

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Para evitar falta de produtos ou prejuízos com sobras, os produtores planejam o volume de flores com meses de antecedência, usando as vendas do ano anterior como referência.

“Eles vão se preparando com alguns meses de antecedência para que chegue nessa época e não tenha o problema da falta do produto e também não ter um excesso para que haja um prejuízo com as perdas de sobras”, explicou Ribeiro.

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