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Família de menina morta por dengue em São Joaquim da Barra denuncia negligência no atendimento

Gabrielly Cristina Rissato faleceu na madrugada de segunda-feira depois de uma parada cardiorrespiratória
dengue em São Joaquim da Barra
Gabrielly Cristina Rissato faleceu na madrugada de segunda-feira depois de uma parada cardiorrespiratória

Gabrielly Cristina Rissato faleceu na madrugada de segunda-feira depois de uma parada cardiorrespiratória

A morte de Gabriela Cristina Rissato, de São Joaquim da Barra, na madrugada de ontem em Franca, após uma parada cardiorrespiratória, gerou revolta e acusações de negligência contra a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. A suspeita é de dengue hemorrágica.

Suspeita de Negligência na UPA

O pai da menina, Jônata Nilsson Rissato, relata que Gabriela procurou a UPA na quinta-feira anterior à sua morte, apresentando dores no corpo, febre e desidratação. Segundo ele, o atendimento foi superficial, limitando-se à aplicação de soro e a um exame de urina, sem a realização de exames de sangue. A família alega que a demora no diagnóstico e a insuficiência do tratamento contribuíram para o agravamento do quadro e o óbito da menina. A família possui os exames solicitados, mas não realizados na UPA, em posse.

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Casos de Dengue em São Joaquim da Barra

A situação em São Joaquim da Barra é preocupante. Segundo Marcos Guedes, chefe da vigilância em saúde, o município registra 36 casos positivos de dengue, com mais 103 aguardando confirmação. Há relatos de outros moradores que também tiveram dificuldades no atendimento na UPA, relatando longos tempos de espera e tratamentos inadequados. Um paciente internado na UTI teve a dengue confirmada após cirurgia, demonstrando a gravidade da situação.

Ações da Prefeitura e Responsabilidade Coletiva

A prefeitura de São Joaquim da Barra afirma estar intensificando as ações de limpeza e nebulização na cidade para combater o mosquito Aedes aegypti. Entretanto, a responsabilidade também recai sobre a população, que deve evitar o acúmulo de lixo e água parada, principalmente em terrenos baldios. O caso de Gabriela destaca a urgência de melhorias no atendimento médico na UPA e a necessidade de conscientização da população sobre a prevenção da dengue.

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