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Ribeirão Preto registra as primeiras mortes por dengue em 2024

Secretaria de Saúde confirmou, nesta quarta (28), que duas pessoas morreram devido a doença; cidade tem 3863 casos confirmados
mortes por dengue
Secretaria de Saúde confirmou, nesta quarta (28), que duas pessoas morreram devido a doença; cidade tem 3863 casos confirmados

Secretaria de Saúde confirmou, nesta quarta (28), que duas pessoas morreram devido a doença; cidade tem 3863 casos confirmados

Ribeirão Preto enfrenta uma grave epidemia de dengue, com números alarmantes que exigem ações imediatas.

Números da Epidemia

O boletim mais recente da Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto, divulgado na quarta-feira, aponta 3.863 casos confirmados de dengue, um aumento de 55,2% em apenas sete dias. Além disso, há 10 mil casos suspeitos, representando um aumento de 32,7% no mesmo período. A região leste concentra o maior número de casos confirmados (1.165), seguida pelas regiões norte (990), sul (677), centro (477) e oeste (453).

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Mortes por Dengue

Infelizmente, duas mortes foram confirmadas: um jovem e um idoso, ambos com comorbidades. A diretora da vigilância epidemiológica, Márcia Romagnoli Passos, ressalta a gravidade da doença, que pode se agravar em qualquer pessoa, independentemente da idade. A recomendação é que pessoas com sintomas procurem atendimento médico imediatamente.

Combate ao Mosquito Aedes Aegypti

A população precisa se engajar no combate ao mosquito Aedes aegypti, principal vetor da doença. A eliminação de criadouros dentro das casas é fundamental. O Ministério da Saúde anunciou o repasse de mais de 23 milhões de reais para municípios de vários estados, incluindo São Paulo, para ações de combate à dengue. Cidades da região, como Franca e Bebedouro, já estão intensificando as ações, incluindo visitas domiciliares e aplicação de fumacê. Iniciativas criativas, como a troca de recipientes por gelo em Pitangueiras, também estão sendo implementadas. O trabalho árduo dos agentes de controle de vetores, muitas vezes sob condições climáticas adversas, merece reconhecimento.

A situação exige uma resposta rápida e eficaz por parte das autoridades e da população. Ações conjuntas, aliadas à conscientização individual, são cruciais para controlar a epidemia e salvar vidas.

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